Primeiro contato...

O blog nasce com a idéia de passar informações importantes sobre a educação, além de dicas culturais, musicais, artíticas...

Sempre pensando na formação das pessoas!!!!!


segunda-feira, 20 de junho de 2011

Quebrando o Tabu



O documentário Quebrando Tabu traz em pauta um assunto muito complica no Brasil, que são as drogas. Legalizar, descriminalizar ou deixar do jeito que está hoje?

Com a direção de Fernando Grostein Andrade, Quebrando Tabu foi uma produção que envolveu os países: Brasil, Estados Unidos, Portugal, Holanda, Colômbia, Suíça, França e Argentina.

Há 40 anos, os EUA levaram o mundo a declarar guerra às drogas, numa cruzada por um mundo livre de drogas. Mas, os danos causados pelas drogas nas pessoas e na sociedade só cresceram. Num mosaico costurado por Fernando Henrique Cardoso, Quebrando o Tabu escuta vozes de realidades mais diversas do mundo em busca de soluções, princípios e conclusões. Quebrando Tabu é um convite a discutir um problema perto de todas as famílias.

Veja o trailer do documentário:


Mas o questionamento fica!!! Devemos legalizar, descriminalizar ou deixar como está????

Há um movimento denominado Marcha da Maconha que coloca em pauta as descriminalização da maconha, ou seja, O Coletivo Marcha da Maconha Brasil reafirma que suas atividades não têm a intenção de fazer apologia à maconha ou ao seu uso, nem incentivar qualquer tipo de atividade criminosa. As atividades do Coletivo respeitam não só o direito à livre manifestação de idéias e opiniões, mas também os limites legais desse e de outros direitos.


Qualquer dúvida acesse: http://marchadamaconha.org/
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terça-feira, 31 de maio de 2011

Educação...

Algumas semanas atrás uma professora do Rio Grande do Norte nos chamou a atenção com o seu discurso na Câmara de Legislativa do estado, onde os professores estão em greve. A mesma mostra o porquê de tal ação. Veja o video e tire suas próprias conclusões:


Ela resumiu brilhantemente os problemas da educação em 9 minutos.

Ela foi além, até na Globo chegou (merece ser visto!!!)





Será que alguma coisa está mudando???? Espero que sim!!!!

Olhem, a reportagem do SPTV numa escola de São Paulo no Jardim Angela...

http://g1.globo.com/videos/sao-paulo/v/falta-de-infraestrutura-nas-escolas-publicas-estaduais-prejudica-alunos/1522421/

Vejo essa exposição com cautela, pois a educação têm problemas seríssimos!!!! Mas é bom estarmos falando dos problemas existentes no país inteiro!!!!

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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Doenças Sexuais...



No final do ano de 2010, a E. E. Francisco de Paula foi convidada a um passeio ao Catavento para um tema bem específico Doenças Sexuais....

O passeio foi bem proveitoso e as alunas gostaram, o resultado é esse video:



PS: Me desculpe a demora da postagem do video e por ter gravado de lado....

domingo, 20 de março de 2011

Um passeio por São Paulo

"Bom dia São Paulo estou aqui,
Tentando esquecer o que eu nunca aprendi,
No ar tão cansado de quem desvairou de vez,
Bom dia São Paulo."
(Tico Terpins / Zé Rodrix)
  
"Praça da Sé,
Praça de Sé,
Hoje você é,
Madame Estação Sé"
(Adoniran Barbosa)

"Ser Paulista, é não temer os desenganos,
E ter quantrocentos anos,
De lutas e glórias, no sangue a ferver!
E também ser bom e generoso,
Diligente e operoso,
E ser o último a esmorecer!"
(José Dias / Bruno Gomes / Ayrton Amorim)
  

"Era o tudo, era o nada, rio acima,
Que o paulista no peito ia vencer,
Pra fazer mais o Brasil do que existia,
Já o tempo era pouco pra perder,
Reunindo oração e despedida,
Na partida da horda triunfal,
Caçador de esmeralda perseguida,
Foi fazendo a unidade nacional,
Bandeiras! Monções!"
(Billy Blanco)

"Abraçando com a Bandeira,
Das treze lista pautada,
São treze lanças guerreira,
Guardando a paz consagrada,
Bandeira preta listada,
Gravada em nossa memória,
No berço dos bandeirantes,
No livro da nossa história,
Cada lista é uma trincheira,
Cada trincheira é uma glória,
E trás do topo vermelho,
Monumento da glória...."
(Tonico e José Russo)

"Bastante italiano, sírio e japonês,
Além do africano, índio e português,
Tudo isso ao alho e óleo,
Temperada a raça,
Se tivesse petróleo,
Então nem tinha graça!"
(Billy Blanco)

"Na sinfonia,
Que é de todos os barulhos,
De Santo Amaro,
Ao Brás, ao Centro,
Ao ABC,
Por Santo André,
Vila Maria,
Até Guarulhos,
Grande São Paulo,
Como eu gosto de você."
(Billy Blanco)

Portas de aço se levantam!
Todos parecem correr!
Não correm "de" correm "para"
Para São Paulo crescer!
(Billy Blanco)

Ei-a, caminha!
O parthenon de glória,
Te guarda o louro que premia os bravos,
Voa ao combate, repetindo a lenda:
Morrer mil vezes que viver escravos!
(Paulo Florence / Fagundes Varella)

"É no teu solo, em borbotões de sangue,
Que a fronte erguem destemidos bravos,
Gritando altivos, ao quebrar dos ferros:
Antes a morte que um viver de escravos!"
(Paulo Florence / Fagundes Varella)

"O Arnesto nus convidou,
Prum samba, ele mora no Brás.
Nós fumo, não encontremo ninguém"
(Adoniran Barbosa e Alocin)



Ê São Paulo,
Ê São Paulo,
Ê São Paulo,
Paulista
Sempre serei...
(Tonico e Tinoco)

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Uma pequena homenagem a São Paulo. Fotos tiradas num sábado chuvoso (bem paulistano) e os textos são pedaços de músicas que são a cara de São Paulo.



terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dom Casmurro (2a. parte)

Narrado em primeira pessoa, seu personagem principal é o carioca de 54 anos Bento de Albuquerque Santiago, advogado solitário e bem-estabelecido que, após ter reproduzido tal qual, no Engenho Novo, a casa em que foi criado "na antiga R. de Matacavalos" (hoje Riachuelo), pretende "atar as duas pontas da vida", ou seja, contar na meia idade seus momentos de moço. No primeiro capítulo, o autor justifica o título: é uma homenagem a um "poeta do trem" que certa vez o importunou com seus versos e que lhe chamou de "Dom Casmurro" por ter, segundo Bento, "fechado os olhos três ou quatro vezes" durante a recitação. Seus vizinhos, que lhe estranhavam os "hábitos reclusos e calados", e também seus amigos próximos, popularizaram a alcunha. Para escrever o livro é inspirado por medalhões de César, Augusto, Nero e Massinissa, imperadores que mataram suas esposas adúlteras.

Nos capítulos adiante Bento começa suas reminiscências: conta as experiências que teve quando sua mãe, a viúva D. Glória, lhe enviou para o seminário, fruto de promessa que ela fez caso acabasse concebendo um novo filho depois de seu primeiro, que morreu no parto; a idéia foi ressuscitada pelo agregado José Dias, que conta a Tio Cosme e à D. Glória o namoro de Bentinho com Capitolina, a vizinha pobre por quem Bentinho era apaixonado. No seminário, Bentinho conhece seu melhor amigo, Ezequiel de Sousa Escobar, filho de um advogado de Curitiba. Bento larga o seminário e estuda direito em São Paulo, enquanto Ezequiel torna-se comerciante bem sucedido e casa-se com Sancha, amiga de Capitu. Em 1865, Capitu e Bentinho casam; Sancha e Ezequiel têm uma filha que dão o nome de Capitolina, enquanto o protagonista e sua esposa concebem um filho que chamam de Ezequiel. O Ezequiel companheiro de Bento, que era exímio nadador, paradoxalmente morre afogado em 1871, e no enterro tanto Sancha quanto Capitu olham o defunto fixamente, "Momento houve em que os olhos de Capitu fitaram o defunto, quais os da viúva, [...], como a vaga do mar lá fora, como se quisesse tragar também o nadador da manhã", segundo ele.

Logo o narrador começa a desconfiar que seu melhor amigo e Capitu o traíam às escondidas. Dom Casmurro também passa a duvidar de sua própria paternidade. Diz ele nas últimas linhas: [...] quis o destino que acabassem juntando-se e enganando-me… O livro termina com o convite irônico "Vamos à História dos Subúrbios", livro que ele, no início do romance, teria pensado escrever antes de ocorrer-lhe a idéia de Dom Casmurro. A ação do romance passa-se entre 1857 e 1875, aproximadamente, e a narrativa, embora de tempo psicológico, permite a percepção de algumas unidades: a infância de Bento em Matacavalos; a casa de Dona Glória e a família do Pádua, com os parentes e agregados; o conhecimento de Capitu; o seminário; a vida conjugal; a densificação do ciúme; os surtos psicóticos de ciúme, agressividade; a ruptura.

Uma parte da apresentação dos alunos do 2o.D:


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Dom Casmurro



Dom Casmurro é um romance escrito por Machado de Assis em 1899 e publicado pela Livraria Garnier. Escrito para sair diretamente em livro, o que ocorreu em 1900 embora com data do ano anterior, ao contrário de Memórias Póstumas de Brás Cubas e Quincas Borba, escritos antes em folhetins, é considerado o último romance da "trilogia realista" de Machado de Assis, ao lado desses outros dois.

Seu personagem principal, Bento Santiago, é também o narrador da história que, contada em primeira pessoa, pretende "atar as duas pontas da vida", ou seja, unir relatos desde sua mocidade até os dias em que está escrevendo o livro. Entre esses dois momentos Bento escreve sobre suas reminiscências da juventude, sua vida no seminário, seu caso com Capitu e o ciúme que advém desse relacionamento, que se torna o enredo central da trama. Sediado no Rio de Janeiro do Segundo Império, se inicia com um episódio que seria recente em que o narrador recebe a alcunha de "Dom Casmurro", daí o título do romance. Machado de Assis o escreveu utilizando ferramentas literárias como a ironia e uma intertextualidade que alcança Schopenhauer e sobretudo a peça Otelo de Shakespeare.

Ao longo dos anos, Dom Casmurro e seus temas como o ciúme, a ambiguidade de Capitu, o retrato moral da época e o caráter do narrador recebeu inúmeros estudos, adaptações para outras mídias e sofreu inúmeras interpretações, desde psicológicas e psicanalíticas na crítica literária dos anos 30 e dos anos 40, passando pelo feminismo na década de 1970 até sociológicas da década de 1980 e adiante. Creditado como um precursor do Modernismo e de idéias posteriormente escritas por Sigmund Freud, o livro influenciou os escritores John Barth, Graciliano Ramos e Dalton Trevisan e é considerado por alguns a obra-prima de Machado. Além de ter sido traduzido para outras línguas, continua a ser um de seus livros mais famosos e é considerado um dos mais fundamentais de toda a literatura brasileira.

Fotos de um dos ensaios do 2o.D:
 




 
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Capitães da Areia (2a. parte)

Este livro foi escrito na primeira fase da carreira de Jorge Amado, e nota-se grandes preocupações sociais. As autoridades e o clero são sempre retratados como opressores (Padre José Pedro é uma exceção mas nem tanto; antes de ser um bom padre foi um operário), cruéis e responsáveis pelos males. Os Capitães da Areia são tachados como heróis no estilo Robin Hood. No geral, as preocupações sociais dominam, mas os problemas existenciais dos garotos os transforma em personagens únicos e corajosos, corajosos Capitães da Areia de Salvador.


Mais fotos:





Mais dois videos de ensaios:





A apresentação da peça Capitães da Areia:
 
 
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